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Saia do Vermelho

Autor: Rejane Romano com informações do site www.itau.com.br/usoconsciente/

Há uma crescente crença que uma vez definida a situação política do país de agora em diante a economia irá de estabilizar e é chegada a hora de sair do vermelho. 

 

 

Adiar projetos e abrir mãos das compras pode ser uma realidade a ser enfrentada, Além disso será preciso adotar novas posturas. Crediário, cartão de crédito, financiamento... Usar um desses tipos de crédito para comprar alguma coisa significa assumir uma dívida, o que não é um problema desde que você esteja consciente e preparado para esses gastos. Além de manter as contas em dia o ideal é reservar dinheiro para emergências. 
 

Manter a cabeça fria é essencial e o primeiro passo é reconhecer o problema, sem colocar a  culpa nos outros. 

 

Então fique de olho nas dicas do Itaú sobre como agir: 

 

- Liste todas as suas dívidas e tente negociar prazos maiores e juros menores para cada uma delas. 

 

- Se puder, faça um empréstimo com juros baixos, como crédito consignado, para quitar de vez as dívidas de juros mais altos, como cheque especial e rotativo do cartão de crédito. 

 

- Enxugue os gastos, procurando produtos mais baratos, cortando supérfluos e eliminando desperdícios. 

 

- Destine o que economizar e também os ganhos extras para o pagamento de dívidas e de contas atrasadas. 

 

- Depois de tudo quitado, reorganize as contas e tente guardar algum dinheiro para emergências. 

 

- Analise suas despesas para saber o que é essencial - como aluguel, alimentação, escola - e o que pode ser reduzido ou cortado. 

 

- Considere a possibilidade de receber parte das férias em dinheiro, usar ou antecipar o 13º salário, vender bens ou buscar trabalhos extras. 

 

- Busque serviços mais baratos ou pacotes promocionais entre as operadoras de celular, telefone, internet e TV. 

 

- Compre apenas o que for indispensável, pesquise preços, negocie descontos à vista e prefira marcas com a melhor relação entre custo e benefício. 

 

- Abra o jogo com a família. Faça com que todos na casa se envolvam e que cada um assuma o compromisso de reduzir seus gastos individuais. 

 

- Vale também avaliar a possibilidade de obter renda extra a partir de alguma atividade familiar. 

 

- Avalie o tempo necessário para zerar todos os débitos, já considerando as reduções de gastos que conseguirá fazer, os eventuais ganhos extras e quanto caberá de pagamento de dívidas mês a mês. 

 

- Fuja das soluções mágicas do crédito informal. Procure o gerente de sua conta, explique a situação e tente renegociar suas dívidas com o banco a juros menores e com prazos dentro das suas possibilidades. 

 

- Cheque a possibilidade de um crédito consignado, se você é assalariado, aposentado ou pensionista do INSS. Esse tipo de empréstimo tem juros menores se comparado a outros tipos de crédito e parcelas descontadas diretamente do salário ou da pensão. 

 

- Tenha cuidado. Se optar por um novo crédito para cobrir as dívidas atuais, quite o que deve e reorganize o orçamento da casa para evitar um novo desconforto. 

 

- Para os casos que o nome foi registrado em cadastros de proteção ao crédito, como o Serasa e o SPC., basta você pagar a dívida para que ele seja retirado. Assim que empresa receber o que lhe é devido deve providenciar a baixa. Mas lembre-se que cada dívida corresponde a um registro no cadastro. Por isso, se houver outras dívidas pendentes, você terá que pagar todas elas para que seu nome saia por completo dos cadastros de proteção ao crédito. 

 

- Se você tiver um protesto em cartório no seu nome: 

* Vá ao cartório e solicite os dados da pessoa ou empresa que levou o título a protesto. 

* Procure o credor para regularizar a situação e peça uma carta que confirme o pagamento. 

* Volte ao cartório e apresente a carta para cancelar o protesto. 

 

Situações Emergenciais 

 

Algumas situações inesperadas pedem medidas emergenciais. Mas antes de tomar qualquer decisão certifique-se da melhor forma de agir: 

 

- Se quiser ajudar um amigo ou parente em dificuldade... 
Antes de emprestar um valor que poderá fazer falta, reflita se essa é a única maneira de dar uma força. 

 

- Se terminar o casamento... 
Refaça seus planos e seu orçamento. 
Lembre que alguns gastos poderão ser reduzidos, mas não haverá a segunda fonte de renda. 

 

- Se perder o emprego... 
Use parte da indenização, se houver, para quitar dívidas ou financiamentos em aberto. 
Corte despesas e reduza gastos até encontrar um novo trabalho. 

 

- Se tiver um acidente ou problema de saúde... 
Refaça suas contas considerando um rendimento menor, caso precise se afastar do trabalho. 
Sempre que algo importante acontecer na sua vida, repense seus planos e compromissos.

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